

"O que?!? Quantos mil para derrubar repórter do CQC?"
Ora vejam! Quem imaginaria que um Imortal – José Sarney - da atualmente gloriosa (?!) Academia Brasileira de Letras, teria como ajudante de ordens o vilão do Dragon Ball? Pois é... o reporter do CQC que foi agredido por seguranças do Sarney... um deles se chama Picolo!! Acha que é piada minha? Mentira? Veja aqui, gentil leitor e amável leitora.

Mais uma diliça entra no rol! Melody Gardot. Cantando com uma delicadeza e uma vozinha incrível. Claro, tem uma pegada jazzística (hehehe). Ouvi o mais recente disco dela My one and only thrill, e destaco de saída duas faixas: Who will confort me e Our love is easy. Escutem, escutem! (abaixo, outra foto da diliça da Melody).
P.S. - Lembrando que Melody Gardot lembra uma querida amiga que se bandeou para o exílio (para sorte dela, não o mesmo lugar que fui tempos atrás). Ela não verá a humilde homenagem, mas faço mesmo assim.

Olhem, eu até ia fazer piada do raciocínio (!!) estapafúrdio do Novedêdo sobre a legitimidade da eleição no Irã. Para Lula, Saddam Hussein era o maior democrata da história, com suas eleições onde recebia 100% dos votos... desisti ao saber da história da jovem Neda Agha-Soltan, morta pela milícia do governo Amahdinejad. Quanto mais leio a respeito da tragédia, mais enojado fico com nosso Grande Timoneiro, que não arreda o pé de apoiar o louco do Amahdinejad, isso sem falar na comparação dos protestos de lá a uma briga entre torcidas de times de futebol (flamenguistas e vascaínos). Pessoas morreram para manter um louco no poder. Infelizmente isso é comum em ditaduras. O Irã é uma ditadura como também é Cuba, Sudão, Venezuela, China, Coréia do Norte e outros. É comum pra essa gente matar quem não concorda com o que estabelecem, discordância para eles é tratada à bala. O que é vexaminoso é ver o Brasil, uma democracia, apoiar essa gente baseando-se numa interpretação cretina do princípio da auto-determinação e soberania dos países.
Introdução: Foi pedido a um daqueles cursos de informática que tem de baciada por aí para anunciar uma vaga de estágio para programação em PHP, anunciando-se um telefone e um email. O que vai abaixo é a transcrição da primeira ligação recebida a respeito do assunto (preparem-se!):
Candidata: É daí o estágio em PHD?
Avaliador: Em PHP você quer dizer...
Canditada (?): É, é... isso aí mermo (sic).
Avaliador: O estágio é para quem esteja fazendo o curso de programação PHP. Você está fazendo esse curso?
Candidata(?!!): Ah, fiz não. Beleza!, valeu aê!
Há quem diga que nada do que é humano lhe é estranho. Eu digo que o que não me surpreende é a capacidade do brasileiro em agir de maneira tresloucada!
Escutem e não se assustem com a qualidade ou a voz do locutor. Xinguem nos comentários.
Sim, o arquivo acima, com o podcast ainda não está disponível (o site que hospeda deve estar avaliando o conteúdo, sei lá eu!). Então vão ouvindo uma das minhas dicas musicais no podcast:
Um chocolate para quem me explicar - com clareza e lógica - o que Berzoini quis dizer:
Ricardo Berzoini, presidente do PT
“Jesus tá comendo a Madonna! Meu garoto...” – deus (http://falecomdeus.blogspot.com/)
“Alguns índices sociais do Maranhão são péssimos, mas iguais ou melhores que os de favelas em São Paulo e no Rio”. – José Sarney
“[O Brasil tem] 17 milhões de quilômetros de fronteira terrestre”. – Lula, o novedêdo superlativo!, em palestra na Turquia.
“Eu disse que queimaria os livros escritos em hebraico, mas não pretendia que isso acontecesse. Foi um uso metafórico”. – Farouk Hosni, o campeão do Itamaraty para diretor geral da UNESCO, contra um adversário brasileiro...
“Não necessariamente”. – Paulo Maluf, respondendo a pergunta: o sr. já roubou?
“O cara levar a mulher para Brasília, dar passagem para sindicalista ir a Brasília, não vejo onde está o tamanho do crime”. – Lula, o Bastião da ética sobre o uso de passagens dos deputados.
Aproveitando a inspiração... Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley. Mais um livro no estilo Distopia (utopia ruim), contando um futuro estéril e onde pessoas sem alma e total desconhecimento do que é individualidade. Descrevo o começo do livro como uma caminhada por um deserto durante o crepúsculo, paisagem monótona e clima ainda em transição. A narrativa começa realmente monótona e impessoal. Então... a coisa começa a mudar! O personagem que era o foco no começo começa aos poucos a ser escanteado e substituído por outro que vive citando e declamando Shakespeare!! Por deus! Logo quem?! Ler uma história onde o personagem utiliza falas das peças de Shakespeare! Catzo!! Isso não tem preço!! Otelo quando se está com raiva ou repulsa, Romeu e Julieta, quando apaixonado, Macbeth ao tratar do imponderável e A Tempestade ao demonstrar admiração e espanto... oras!, vão ler o livro!!
Alguem já deve ter visto isso muito tempo atrás, outros não. De qualquer forma, fica aqui registrado a história do mamute, na sua primeira versão e na brazuca. Não esqueço de uma grande amiga que, depois de ver a versão em espanhol, se encantou mais com os ratinhos dizendo "?que pasó?" do que a miséria (hilária) do mamute.
Jornal Nacional, matéria sobre proteção ambiental e como cada um pode contribuir para isso. Então chamam algum especialista ou cientista para defender uma idéia estapafúrdia para economizar água. Qual a idéia? Fazer xixi durante o banho. E lá vai o especialista e diz: “é uma forma divertida de economizar [água]”. Divertida? Qual o problema desse senhor? Eu é que não quero saber o que mais ele acha divertido fazer em um banheiro!

Para aqueles que ainda não compreenderam o que se defende por aqui. E que para tudo há limites.
Essa é para todos os nerds e geeks que passarem por aqui. Vejam o que pode um desocupado é capaz de fazer quando se junta com um grupo de amigos também desocupados: http://blip.tv/file/2003500
Acrescente a imagem o Galvão gritanto desafinadamente: "É TeÉetraaaa!"

Olha só! Nem é tarja preta!
Cristovam Buarque é senador pelo PDT-DF. Comumente visto como político de uma idéia só, idéia-fixa (nosso prefeito chamaria ele de louco). Pois bem, Cristovam Buarque acabou de provar que não é político de um idéia só (mas sim que não bate bem do juízo). Por quê digo isso? Leiam um trecho de uma declaração dele: “A reação é tão grande hoje contra o parlamento que talvez fosse a hora de fazer um plebiscito para saber se o povo quer ou não que o parlamento continue aberto” .
O absurdo é tão grande que nem sei por onde começar! Plebiscito pra fechar o Congresso? E instituir o quê depois Senador? Um novo modelo de ditadura onde “o povo” elegeria seu Grande Líder?? Quem criaria as leis? Quem fiscalizaria o Executivo? O Judiciário passaria a elaborar as leis e também aplicá-las?, para quando bem quisessem, alterar o que eles não julgarem efetivo?
Desculpe-me Senador, mas me parece que ou o senhor deixou de tomar seus remédios ou está precisando urgentemente de uma prescrição médica de Haldol!
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